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Autor Tópico: Teste de Admissão à Mensa, Lisboa, 13 de Julho de 2013, 09:30, FCSH  (Lida 6187 vezes)
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« Responder #15 em: 08 de Julho de 2013, 12:47 »


Boa tarde

Confirmo também a minha presença.

Cumprimentos

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« Responder #16 em: 09 de Julho de 2013, 11:12 »


Mais uma pergunta, eu fiz o teste diagnóstico fornecido aqui no site e tive o resultado máximo, lá diz que a probabilidade de entrar na Mensa é muito alta, mas o teste pareceu-me fácil demais, não me parece ser um bom indicador de alta probabilidade de ingresso. Alguém me pode dar umas "luzes" sobre a similaridade entre este teste diagnóstico e o verdadeiro teste?
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« Responder #17 em: 09 de Julho de 2013, 12:33 »


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chaos ab ordo, ordo ad chaos


« Responder #18 em: 09 de Julho de 2013, 12:41 »


Mais uma pergunta, eu fiz o teste diagnóstico fornecido aqui no site e tive o resultado máximo, lá diz que a probabilidade de entrar na Mensa é muito alta, mas o teste pareceu-me fácil demais, não me parece ser um bom indicador de alta probabilidade de ingresso. Alguém me pode dar umas "luzes" sobre a similaridade entre este teste diagnóstico e o verdadeiro teste?


Ambos são culturalmente isentos, ou seja, não são testados conhecimentos de língua, matemática ou outros que requeiram conteúdos de educação no seu sentido formal. As regras da Mensa impedem a discussão dos testes de acesso.
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« Responder #19 em: 09 de Julho de 2013, 14:01 »


Certo. E quanto ao grau de dificuldade em comparação com o teste diagnóstico? É MUITO mais díficil ou é mais ou menos de acordo em termos de dificuldade mas mais extenso?
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« Responder #20 em: 09 de Julho de 2013, 20:57 »


Não é possível treinar e ter melhor pontuação num teste culture-fair feito pela primeira vez do que se não tivesse treinado (a não ser que saiam perguntas repetidas/raciocínios análogos de outros testes que o candidato tenha feito )... De qualquer forma a diferença de pontos não ia ser muito grande... Inteligência fluida ou se tem ou não. É a capacidade de adaptação a novas situações que depende do "hardware" de cada um.
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« Responder #21 em: 09 de Julho de 2013, 22:58 »


Não é possível treinar e ter melhor pontuação num teste culture-fair feito pela primeira vez do que se não tivesse treinado (a não ser que saiam perguntas repetidas/raciocínios análogos de outros testes que o candidato tenha feito )... De qualquer forma a diferença de pontos não ia ser muito grande... Inteligência fluida ou se tem ou não. É a capacidade de adaptação a novas situações que depende do "hardware" de cada um.



Hmm... não foi essa a minha experiência.

Eu fiz os seguintes testes (propostos por diferentes pessoas em diferentes threads neste site):

- http://www.mensa.no/olavtesten/index_2.HTML
- http ://iqtest.dk/main.swf
- O teste de aferição
- O teste do site internacional da Mensa.

O teste do site internacional tem várias perguntas que beneficiam quem fale Inglês nativamente - estilo "que palavra em inglês de 4 letras pode ser usada para completar as seguintes semi-palavras". Pareceu-me muito diferente de todos os outros e acabei por não lhe dar muita atenção.

Quanto aos outros são um pouco mais semelhantes entre si. Achei o teste de aferição bem mais simples do que os outros dois.
Após uma primeira ronda dos vários testes esperei uns dias e repeti-os. Nesta segunda ronda tive melhores resultados nos dois primeiros - cerca de 5 pontos de QI (já tinha acertado as 18 no teste de aferição).

Os factores que influenciaram o resultado foram:

- Como já conhecia as perguntas, os testes correram muito mais depressa e pude focar-me nas perguntas em que tinha dúvidas. Aceito perfeitamente o argumento de que na prática o que fiz foi duplicar o tempo de resposta do teste, e incluir um período de descanso no meio - e daí a diferença de resultados. Tenho consciência que este ponto enfraquece os restantes argumentos.
- Não sendo idênticos, os testes são pelo menos parecidos. O facto de estar mais familiarizado com a dinâmica do teste permitiu-me concentrar mais efectivamente o esforço. Gastar menos tempo com as perguntas fáceis para poder gastar nas mais difíceis, identificar mais facilmente o ponto do teste em que as perguntas já não eram evidentes mas tinham que ser pensadas, identificar mais facilmente as perguntas que eram MESMO complicadas e quais as que eram apenas ligeiramente tricky - enfim, melhorar a minha gestão do tempo.
- Algumas perguntas do segundo teste que fiz obrigaram-me a explorar possibilidades que me facilitaram a vida quando repeti o primeiro teste. Relações que não me lembrei no primeiro teste eram evidentes no segundo.

Resumindo acho que existe um factor de aprendizagem na resolução dos testes. Não acho que tenha ficado de maneira nenhuma mais inteligente, mas acho que fiquei mais eficiente a resolvê-los. Esta eficiência pode facilmente traduzir-se em tempo - e no final, uma diferença de 1 ponto pode ser a diferença entre ser aceite ou não...
 
Há que dizer que é preciso ter alguns cuidados com esta minha análise:

- Eu repeti os mesmos testes - o resultado pode ser melhor simplesmente porque eram as mesmas perguntas e porque tive mais tempo para pensar nelas.
- Mesmo que seja verdade no meu caso, trata-se de uma evidência anedótica - comigo foi assim, o que não quer dizer que se possa generalizar. Toda a análise se baseia em percepções e não em factos.
- Para todos os efeitos (ainda) não fiz o teste de admissão, pelo que a verdade é que não tenho grande autoridade para falar.



Eu sei que não podemos discutir respostas dos exames, mas espero que esta análise seja suficientemente abstracta para não constituir uma quebra dessa regra - estou apenas a tentar passar alguma da experiência que tive e a divagar um pouco sobre um tema que me parece interessante. Caso esteja a pisar a linha por favor avisem-me.
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Quid Est Veritas?


« Responder #22 em: 13 de Julho de 2013, 14:31 »


Tivemos 6 candidatos em teste. Obrigado aos que compareceram, e boa sorte.
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José Herculano

The woods are lovely, dark and deep
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