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Autor Tópico: Vitória na CAN vale uma semana de sexo grátis  (Lida 9611 vezes)
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bobbyboy
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« em: 13 de Fevereiro de 2013, 19:48 »


http://www.maisfutebol.iol.pt/jornal-do-incrivel/can-2013-nigeria-sexo-sexo-gratis-gratis-africa/1418911-1473.html

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Benjamin Franklin
ruichi
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« Responder #1 em: 14 de Fevereiro de 2013, 15:24 »


A Nigéria tem uma associação Nacional de Prostitutas? E ainda lhes chamamos nós "3º mundo"...
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« Responder #2 em: 14 de Fevereiro de 2013, 17:48 »


A Nigéria tem uma associação Nacional de Prostitutas? E ainda lhes chamamos nós "3º mundo"...


Sinceramente e porque não de prostitutos!... o tráfico de seres de humanos subiu exponencialmente na Europa, basta só legalizá-lo... 

Considerar-se a legalização da prostituição uma forma de evolução... que heresia meu Deus
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bobbyboy
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« Responder #3 em: 14 de Fevereiro de 2013, 19:04 »


Existe tráfico de seres humanos na construção civil: imigrantes ilegais são explorados e tratados como escravos. Deve-se investigar e prender os criminosos, ou deve-se proibir toda e qualquer pessoa de construir uma casa seja em que situação for?

Que em pleno século XXI haja gente que defenda que o Estado deva ter direito a proibir relações consensuais entre seres humanos adultos é, no mínimo, chocante!
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« Responder #4 em: 14 de Fevereiro de 2013, 19:18 »



Que em pleno século XXI haja gente que defenda que o Estado deva ter direito a proibir relações consensuais entre seres humanos adultos é, no mínimo, chocante!


Não te parece estares a ser um pouco contraditório?...


Se as relações são consensuais, será entre adultos como lhe queiras chamar  "is no sense" haver negócios ou qualquer espécie de tráfico!...

Ou em vez de relações consensuais porque não chamar os respectivos nomes, visto ser um local de comércio:  bordel, lupanar, prostíbulo etc...
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bobbyboy
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« Responder #5 em: 14 de Fevereiro de 2013, 22:22 »


Consensual = por mútuo acordo. Onde é que a palavra implica que a pessoa não pode cobrar dinheiro?

Tive colegas na faculdade que pagaram assim as propinas. Não foram exploradas, escravizadas ou pressionadas por quem quer que seja. Faziam o mesmo que as outras, mas ao contrário delas recebiam dinheiro por isso. Outras pagaram as propinas a trabalhar em cafés, restaurantes e supermercados. Hoje, umas e outras são médicas.

Sinceramente, por muito que me esforce não consigo perceber porque uma opção de método de rendimento deve ser considerada mais legítima que a outra. O corpo é delas e fazem o que bem entendem. Claro que depois vem a típica moral católica bacoca (sim, essa instituição famosa em todo o mundo por albergar, proteger e auxiliar a fuga de criminosos de guerra nazis e violadores de crianças).

Existe exploração e escravidão? Existe. Também existe na construção civil. Deve-se perseguir os criminosos ou impedir pessoas honestas de construir uma casa de forma legal?
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« Responder #6 em: 15 de Fevereiro de 2013, 10:14 »


Consensual = por mútuo acordo. Onde é que a palavra implica que a pessoa não pode cobrar dinheiro?

Tive colegas na faculdade que pagaram assim as propinas. Não foram exploradas, escravizadas ou pressionadas por quem quer que seja. Faziam o mesmo que as outras, mas ao contrário delas recebiam dinheiro por isso. Outras pagaram as propinas a trabalhar em cafés, restaurantes e supermercados. Hoje, umas e outras são médicas.

Sinceramente, por muito que me esforce não consigo perceber porque uma opção de método de rendimento deve ser considerada mais legítima que a outra. O corpo é delas e fazem o que bem entendem. Claro que depois vem a típica moral católica bacoca (sim, essa instituição famosa em todo o mundo por albergar, proteger e auxiliar a fuga de criminosos de guerra nazis e violadores de crianças).

Existe exploração e escravidão? Existe. Também existe na construção civil. Deve-se perseguir os criminosos ou impedir pessoas honestas de construir uma casa de forma legal?



Por acaso sabes o que vai na alma de uma mulher!...  Lixado com "F" grande

Estás a pressupor que é normal ir com o primeiro que lhe aparece e se puder levar uns trocos por esse facto melhor ainda...

Quando alguém é obrigado a atentar contra a sua própria dignidade a favor de um bem... essa pessoa está-se a violentar e de futuro irá cobrar tal facto...
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bobbyboy
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« Responder #7 em: 15 de Fevereiro de 2013, 18:43 »


Estás a pressupor que é normal ir com o primeiro que lhe aparece e se puder levar uns trocos por esse facto melhor ainda...


E porque não haveria de ser normal? Então um homem tem o direito de ir para a cama com quem lhe apetecer mas uma mulher tem de ser casta e fiel? Que raio de mentalidade machista é essa? O corpo dela é problema dela e faz com ele o que bem entender!

Eu não falei em ser "obrigado" ao que quer que seja. Falei de opção pessoal. É óbvio que obrigar é crime, como é crime obrigar a trabalhar na pedreira em condições miseráveis. Mas não é crime ser trolha por opção. É um trabalho digno que merece todo o respeito. Dizer que todas as mulheres que oferecem sexo por dinheiro são "obrigadas" a isso não passa de preconceito e ignorância da tua parte.
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« Responder #8 em: 15 de Fevereiro de 2013, 19:00 »


E porque não haveria de ser normal? Então um homem tem o direito de ir para a cama com quem lhe apetecer mas uma mulher tem de ser casta e fiel? Que raio de mentalidade machista é essa? O corpo dela é problema dela e faz com ele o que bem entender!

Eu não falei em ser "obrigado" ao que quer que seja. Falei de opção pessoal. É óbvio que obrigar é crime, como é crime obrigar a trabalhar na pedreira em condições miseráveis. Mas não é crime ser trolha por opção. É um trabalho digno que merece todo o respeito. Dizer que todas as mulheres que oferecem sexo por dinheiro são "obrigadas" a isso não passa de preconceito e ignorância da tua parte.


Estás a subverter o que escrevi... o que cada um faz por sua livre e espontânea vontade, chama-se a isso "livre arbítrio", e só lhe diz respeito... (seja homem ou mulher).

E quanto a obrigar, existem muitas formas de se obrigarem as pessoas a fazerem o que não desejam!...  Mr. Grin
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« Responder #9 em: 15 de Fevereiro de 2013, 19:25 »


Continuas com o preconceito de que "não desejam". Há mais de 3 mil milhões de mulheres no mundo. Que mania que as conheces a todas...
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« Responder #10 em: 15 de Fevereiro de 2013, 19:30 »


Continuas com o preconceito de que "não desejam". Há mais de 3 mil milhões de mulheres no mundo. Que mania que as conheces a todas...



Continuas a subverter o que escrevi eu não falei "em desejo" falei em coacção simplesmente!...


E não vamos discutir o sexo dos anjos!... please  Mr. Grin
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« Responder #11 em: 16 de Fevereiro de 2013, 13:40 »


Conheço umas quantas, perto do meu local de trabalho - costumo dizer que são as minhas colegas da esquina (cada uma vende o que pode). Frequentamos o mesmo café. Não me parece que elas sejam muito infelizes. Mais infelizes são os que dormem nas arcadas perto, embrulhados em jornais e cartões.

Não considero a prostituição como um crime. E, na minha opinião, ela (contemplando prostituição de mulheres ou de homens) deveria ser tratada de um modo mais profissional. De um ponto de vista da saúde e bem estar, e de um ponto de vista fiscal (porque é que eu pago impostos e elas/eles não pagam?).
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« Responder #12 em: 16 de Fevereiro de 2013, 15:35 »


Claro... foi com esse principio de valores que os Portugueses iniciaram o tráfico de escravos!

Se os chefes das tribos os vendiam, porque não fazer negócio, enchemos barcos "negreiros" cheios de gente para trabalhar e vender nas costas americanas.

Realmente pensar no ser humano como um bem transicionavel e muito mais lógico!... que  aborrecido sublima-lo..  acreditar que somos mais que uma simples coisa ou por outra perfeitamente descartavel, consumivel...

Pois acredito que somos muito mais... do que simples mercadoria vendavel em qualquer esquina da vida... Mr. Grin
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« Responder #13 em: 16 de Fevereiro de 2013, 16:01 »


Eu não sei se rio ou se choro...
 Ninguém vai vender ninguém... É melhor prostituir-se que roubar, e fá-lo quem quer, de certo haverá quem o faça sem querer mas também há gente a fazer muita coisa sem opção, a isso chama-se escravatura e seja sexual ou não, é um problema. Agora, a legalização da profissão e consequente aparecimento de tais organizações fazem todo o sentido. Vejamos:
 -Passam a pagar impostos e a contribuir como todos os outros.
 -Não sou explorados por chulos.
 -Ganham capacidade de lutar por uma serie de direitos através das associações.

 E essa do 'Ao sabes o que lhes passa na cabeça'?
 Mas qual que? Eu se não quiser estudar, não estudo, se não quiser trabalhar, não trabalho, depois não ganho para viver... Elas se querem trabalhar naquela área trabalham, se só podem trabalhar naquela área é com elas se trabalham ou não, se for ilegal nem a opção de trabalhar tem, achas melhor alguém passar fome sem ter opção ou poder prostituir-se para se alimentar? Achas melhor uma pessoa trabalhar na caixa do supermercado a ganhar o salário mínimo porque não pode fazer mais nada ou podes optar entre as 2 tarefas?
 Antes prostituta que ladra...
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Davidze
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« Responder #14 em: 16 de Fevereiro de 2013, 16:06 »


Nas vantagens esqueci-me de referir uma coisa importantíssima:
 Implementação de normas que permitem maior segurança, para ambas as partes.
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