Vi o video (espero ter visto todo porque deu erro no meu computador que está mais para lá do que para cá... e tive de andar para trás e para a frente com o cursor).
Acho piada a estes assuntos.
Quando era
teen lia tudo o que podia sobre estes mistérios, sobre os deuses astronautas, sobre ovnis, li muito Robert Charroux. Estava na moda. Lembro-me de, quando tinha para aí 13 ou 14 anos, ter um caderninho onde anotava acontecimentos no céu que me pareciam estranhos. E ainda vi algumas (muito poucas) coisas "estranhas"...
Hoje, continuo a achar interessantes esses assuntos. Não vou negar. E, apesar de ter uma formação científica, e apesar de estar muito esquecida destes assuntos, tenho, na minha caixinha negra, uma percentagem de espaço para ideias diferentes. Às vezes vejo os programas do canal História sobre estes assuntos. Contudo, tento sempre manter o espírito crítico.
Porém, este video e, portanto, esta hipótese, falha numa coisa, no meu entender: é que se limita a encaixar alguns sítios às linhas geográficas, deixando de fora muita coisa (Reino Unido, por exemplo Stonehenge). Porque fica Stonehenge fora do alinhamento? E os desenhos dos índios da América do Norte sobre o "povo das estrelas"? Onde estão eles?
É como diz o Jorge, se unirmos 3 estrelas elas formam sempre um triângulo. Não tem significado.
Já agora, não me parece que interessarmo-nos por estas coisas demonstre que precisamos de "muleta" para o sentido a dar à nossa vida. Acho que o que é significativo aqui é a curiosidade que o que poderá estar "debaixo do lençol", nos desperta. A mim, pelo menos, é.
Eu cá achava imensa piada se tivéssemos sido visitados por extra-terrestres nos tempos antigos, ou por nós próprios com tecnologia para viajar no tempo...
