Ahhhh... as célebres interrogações... adoro interrogações... principalmente quando têm alguma utilidade... e depois temos também os tempos livres que nos permitem fazer coisas "aparentemente" inúteis... mas isto sou eu a divagar, aonde é que íamos mesmo?
Quem sou eu, de onde vim, para onde vou, (como se nós não soubesse-mos) é um bom tema de conversa á volta de nada, bom para ocupar os nossos tempos livres quando estamos entedíados sem nada que fazer e sem imaginação sobre o que fazer, enfim jogando apenas conversa fora sem objectivo nenhum aparente :-)
Gostei da banda sonora foi bem escolhida para captar as ostes, trazendo-as para o lado influenciável do emocional, o Al Gore no filme A verdade inconveniente, não precisou desses "artifícios", quando o produto é bom vende-se por si só, não se precisa de recorrer a truques para ser vendido, marcha embrulhado em qualquer tipo de papel, escusa até de ser do mais vistoso, os mais baratinho serve perfeitamente.
Há uns anos atrás descobriu-se que o mistério, as perguntas enigmáticas para as quais não se conhece resposta, o divagar da suspeita encoberta, etc... VENDIA, eram matérias do tipo best seller, o adensar do mistério e da suspeita vendia e vendia bem, com estrutura própria para captar o interesse geral, de repente surgiram publicações tais como o triângulo das bermudas, a Atlântida, UFOs, Eram os Deuses Astronautas, o Montro de Lock Ness, etc... etc...
Entre dois livros qual comprariam?
Titulo 1 - "o Triângulo das Bermudas"
Titulo 2 - " o Misterioso Triangulo das Bermudas"
É tudo uma questão de embrulho...

...para embrulhar os fregueses.
Existem duas maneiras de olhar para um curriculo:
1 - Ver o que está escrito, informação técnica.
2 - Ver a forma como está escrito, como foi elaborado, tem informação mais útil.