Neste caso o que me parece é que ocorreu, justamente, o fenómeno inverso. Com isto quero dizer, que ao invés de estarmos a assistir ao ocaso dos machos, estamos a assistir ao seu nascimento.
Como é sabido, todos os embriões dos mamíferos são inerentemente fêmeas. Caso, nos primeiros estádios da infância, se administre testosterona a uma menina (quem é o maluco que fez estas coisas?), os lábios vaginais dessenvolvem-se e formam uma espécie de bolsa ecrotal e o clitóris alonga-se transformando-se num falso "phalos". Aliás, este facto é patente numa sociedade matriarcal que me lembro neste momento, que são as Hienas, cujas fêmeas possuem falsos pénis que utilizam em demonstrações de poder.
Quanto a isto só referir mais que a ejaculação, por ex., também está presente em algumas mulheres, e que o material expelido tem todos os componentes do sémem masculino, à excepção, obviamente, dos espermatozóides e a presença igualmente de testosterona nas mulheres que se mainfesta mais fortemente após a menopausa.
O que me parece, em relação a isso, é que como tudo indica, a história os machos será ainda de curta duração, resultado de uma mutação num cromossoma prévio, originando o Y.
É claro que é possível a reprodução sem sexo. Animais "superiores", alguns, utilizam este sistema. Alguns crustáceos e uma espécie de vertebrado, que me lembre: os lagartos cauda de chicote, do deserto americano. São todos fêmeas e o embrião resultado unicamete do óvula (fenómeno designado por partenogénese). O que é interessante é que é necessária a estimulação física de uma outra fêmea que se coloca na posição típica do macho, sem haver penetração, obviamente.
Perigo, uma alteração mais drástica leva à mortandade em massa, que ocorre por vezes, e coloca a espécie em perigo de extinção.
Quanto ao que foi dito, gostaria de fugir um pouco do tema. Como disse em cima, uma possibilidade seria uma mutação origina-se os machos.
Mas, e não me destino a este tema específico, as obreiras e as rainhas nas abelhas têm todos os mesmos genes (excepção feita aos zangões que resultam de óvulos não fecundados, sendo haplontes). O que faz com que uma abelhas defira no seu desenvolvimento é o modo como ela é tratada. Se tem uma dada dieta (geleia real, salvo erro, torna-se rainha) se ao contrário operária. Veja-se a importância decisiva que o "meio" tem face à "natureza" neste caso. E em insectos que são tidos como meros autômatos genéticos e em que a estruturação do seu organismo é de tal modo rígida que podem ser congelados e novamente "ressuscitados".
Com isto só posso concluir que a possibilidade de um peso genético maioritário na inteligência humana, face à educação, só pode ser erróneo.
Como raio poderia evoluir uma capacidade de, por ex. conseguir prever e trabalhar teoricamente com corpos à velocidade da luz, quando para sobreviver, nós só precisáva-mos de nos reproduzir exponencialmente como os micróbios?
Esta foi para colocar um pouco de pimenta
