Com isto, pretendo inscrever uma pequena reflexão pessoal sobre a questão da inteligência, vista, obvimente numa perpectiva histórica e taxonómica.
É evidente que qualquer teorética sobre a natureza ou sobre o comportamente humano tem que ter em relevância a sua própria história filogenética, isto é tão verdade quando se procede a uma qualquer análise psicológica sobre um seu qualquer componente.
Muito brevemente para já...
O processo evolutivo que está por base na nossa tranformação enqualnto humanos é a pedomorfose, mais do que isso, a neotenia.
É isso que explica não só a sacra questão da inteligência mas também a nossa alongada longevidade.
A verdade é que existe um grupo humano com uma pequena diferença em relação aos restantes.
Contrariando séculos de vilipendio são os Khoisan, como a malograda Saartjie Baartman. Ou seja, muito prosaicamente, são os menos simiescos dos grupos humanos.
A questão prende-se em constatar que apesar disso, estas diferenças mínimas não influem nas capacidades cognitivas ou morais, dado que este grupo não possui um discrepância em relação aos restantes.
Daqui só me é permitido concluir que, dado que daqui não se subtraem físicos relativistas, engenheiros na nasa ou jogadores de xadrês, (sem falar em pasteleiros e vendedores de enciclopédias) estas capacidades que estão em concomitância com estes desempenho só podem ser fruto de condicionamento educacional.